Conhecemo-lo de projectos como Cacique´97, Philharmonic Weed e Cool Hipnoise, entre outros. Milton Gulli é um artista profundamente imerso nos sons lusófonos e na cena musical africana contemporânea de Lisboa. A celebrar 25 anos de carreira, é agora altura do luso-moçambicano dar a conhecer o seu primeiro álbum a solo, “Quotidiano”, já disponível nas plataformas digitais numa edição da britânica Tangential Records.

Este novo capítulo da sua jornada criativa é “um relato fotográfico contemporâneo da vida quotidiana em Moçambique e no mundo”. É música de sol com alma e coração que reflete a sua herança moçambicana e as diversas influências e géneros musicais dos seus vários projectos.

“O quotidiano é esse fio comum que nos une, ligado ao tempo e ao espaço e ao destino. Que nos liga a este planeta e às rotinas que fomos criando. À poesia do dia-a-dia.”, refere o cantor multi-instrumentista.

Em “Quotidiano”, Milton surge na sua melhor forma.  São mais de duas décadas a produzir, escrever e a tocar funkhip hopreggae, música eletrónica, soul e afro, uma paleta rica de géneros que conhece profundamente e cruza, com mestria, neste seu disco de estreia.

A sua música sempre foi para as pessoas e sobre as pessoas, em prol do empoderamento dos menos favorecidos, igualdade, justiça, educação para todos e um mundo sem fronteiras.

Com produção de Milton Gulli e masterização de Beat LadenQuotidiano” inclui no seu alinhamento oito temas originais – do qual já conhecemos os singles “Jogador“, “Puto“, “Cacimbo” e “Algoritmo” – e duas remisturas dos produtores Ka§par e 40D.

O espectáculo de apresentação do disco acontece no Musicbox, em Lisboa, no dia 23 de Março às 22h00. Em palco com Milton Gulli (voz e guitarra) estarão Marcos Alves na bateria, Renato Almeida no baixo, Diogo Santos nos teclados e Hugo Menezes nas percussões para nos levarem numa viagem colorida e cheia de groove.

Mais informação em facebook.com/milton.gulli

Fotografia (capa) – Tim McKULKA

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