Nos passados dias 3 e 4 de outubro, o Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento, voltou a receber o Festival Vapor, numa edição de 2026 que reuniu diferentes linguagens musicais e propostas artísticas ao longo de dois dias. Com um cartaz marcado pela diversidade, o festival voltou a afirmar-se como um ponto de encontro entre artistas de diferentes universos, levando a música a um espaço emblemático da história ferroviária nacional. O nosso fotógrafo Fábio Leitão esteve presente para acompanhar os dois dias do evento, registando em imagens os concertos e os momentos que marcaram mais uma edição do Vapor.

Dia 1 — 3 de outubro
Mandra
A abrir o primeiro dia do Festival Vapor, Mandra deu início à programação musical, preparando o terreno para uma jornada que prometia cruzar diferentes sonoridades e sensibilidades. Uma primeira atuação que marcou o arranque de dois dias dedicados à descoberta e à celebração da música.
© Fábio Leitão | Música em DX
Iolanda
Iolanda levou ao palco a sua identidade artística, num percurso musical que cruza a pop contemporânea com uma abordagem pessoal e emotiva. A sua presença acrescentou uma nova dimensão à programação do primeiro dia, reforçando a diversidade de propostas que caracteriza o cartaz desta edição.
© Fábio Leitão | Música em DX
Fogo Fogo
Com a sua energia contagiante e a ligação às sonoridades afro-lusófonas, os Fogo Fogo trouxeram ao Festival Vapor uma celebração rítmica que convida inevitavelmente ao movimento. A fusão de influências e a intensidade da sua música acrescentaram calor à programação, num dos momentos de maior apelo dançável do primeiro dia.
© Fábio Leitão | Música em DX
Stereossauro
A fechar o primeiro dia, Stereossauro trouxe para o Festival Vapor o seu universo de eletrónica e cruzamentos musicais, onde a cultura urbana se encontra com a experimentação sonora. Uma proposta que alargou o espectro musical da jornada e deixou em aberto a passagem para o segundo dia do festival
© Fábio Leitão | Música em DX
Dia 2 — 4 de outubro
Rita Vian
Rita Vian inaugurou a programação do segundo dia com uma identidade musical que cruza a eletrónica, a pop e as raízes da música tradicional portuguesa. A sua abordagem singular, assente na exploração da voz e na conjugação de diferentes universos sonoros, voltou a evidenciar a riqueza de uma proposta artística que não se deixa prender por fronteiras estilísticas.
© Fábio Leitão | Música em DX
Arapucagongon
Arapucagongon trouxe ao segundo dia uma nova perspetiva musical, contribuindo para a pluralidade de um cartaz que privilegiou o encontro entre diferentes linguagens e abordagens artísticas. A sua presença reforçou o espírito de descoberta que atravessa a programação do Festival Vapor.
© Fábio Leitão | Música em DX
Motherflutters
Os Motherflutters acrescentaram ao alinhamento uma nova energia, dando continuidade a uma jornada marcada pela diversidade musical. A sua atuação integrou-se num programa que procurou cruzar propostas distintas, mantendo o festival aberto a diferentes públicos e sensibilidades.
© Fábio Leitão | Música em DX
Mayra Andrade
A voz e a identidade musical de Mayra Andrade trouxeram ao Museu Nacional Ferroviário a riqueza de um percurso artístico profundamente ligado à música de Cabo Verde, mas aberto a múltiplas influências contemporâneas. Entre a intimidade, o ritmo e a sofisticação das suas composições, a cantora acrescentou ao festival uma dimensão internacional e uma ligação especial às sonoridades da lusofonia.
© Fábio Leitão | Música em DX
Hermanas Sisters
A encerrar a edição de 2026, Hermanas Sisters completaram o alinhamento do segundo dia, contribuindo para a diversidade de uma programação que percorreu diferentes territórios musicais. A sua presença marcou o final de dois dias em que o Festival Vapor voltou a fazer da música o ponto de encontro entre artistas, públicos e linguagens distintas.
© Fábio Leitão | Música em DX
O Vapor regressa em 2027
Com mais uma edição concluída, o Festival Vapor despede-se de 2026 com a promessa de regresso já confirmada para 2027. Ao longo de dois dias, o Museu Nacional Ferroviário voltou a servir de cenário a um encontro musical que cruza diferentes gerações, estilos e universos artísticos, reforçando a importância de continuar a levar propostas diversificadas a novos públicos. Resta agora aguardar por novidades sobre a próxima edição, na expectativa de que o Vapor continue a surpreender e a afirmar o seu lugar no calendário cultural nacional.
A Música em DX esteve presente através da objetiva de Fábio Leitão. Convidamos-te a acompanhar a nossa reportagem fotográfica e a revisitar, em imagens, os concertos que deram vida ao Festival Vapor 2026.

























































































































































































































































