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Expresso Transatlântico lança o novo álbum “Trópico Paranóia”

Os Expresso Transatlântico acaba de lançar o seu segundo longa-duração, a dois meses dos dois concertos da sua apresentação. Trópico Paranóia está disponível em formato vinil, cd e em todas as plataformas digitais.

Combinando influências da tradição portuguesa com sonoridades contemporâneas de alcance global, o projeto de Gaspar Varela, Sebastião Varela e Rafael Matos é um dos novos grupos mais aclamados da cena musical atual. O Expresso Transatlântico tem conquistado, desde 2021, prestigiados palcos e festivais nacionais e internacionais em centenas de espectáculos, esgotando salas por onde passa e conquistando fãs em cada concerto.

Ressaca Bailada foi o seu álbum de estreia, editado em 2023, e considerado um dos “Melhores Álbuns Nacionais” nesse ano pelos principais media nacionais. Em 2024, a banda lançou Ressaca Bailada – Filme Concerto, escrito e realizado por Sebastião Varela e apresentado nos principais festivais de cinema documental portugueses.

Trópico Paranóia é o aguardado segundo longa-duração, conta com a produção de Paulo Furtado (The Legendary Tigerman) e promete marcar um ponto de viragem na travessia musical do Expresso Transatlântico, sem perder a alma e a fusão de sonoridades que o caracteriza.

Deste novo álbum, já conhecemos os singles “Flor Trovão”, “Avalanche”, “Tigre da Serra” e “Nikita Punk”, temas que foram desbravando caminho rumo a novas paisagens sonoras e abrindo um novo capítulo desta viagem transatlântica.

Segundo os próprios Expresso Transatlântico:

“Este disco nasce de um período de criação vivido entre a Serra da Estrela, a Foz do Arelho e Brotas – três lugares muito diferentes entre si, mas que acabaram por moldar o som e o universo deste trabalho. Sentimos que os lugares onde trabalhámos este disco entraram de forma natural nas canções: no ritmo, nas texturas, e na forma como as músicas se movem.

O Trópico Paranóia é o reflexo de tudo o que estamos a viver enquanto banda e do que fomos absorvendo ao longo do caminho, dos lugares, das pessoas e do tempo. Para além disso, é também um exercício sobre a nossa relação e enquadramento individual dentro de uma sociedade em decadência.”