Sílvia Pérez Cruz regressa a Portugal em Junho deste ano para três concertos em Lisboa, no Porto e em Coimbra, para apresentar o seu novo espectáculo “Toda la vida, un día“. A artista estará no Teatro Tivoli BBVA dia 5 de Junho, no Grande Auditório do Convento de São Francisco no dia 7 e na Sala Suggia da Casa da Música no dia 9 do mesmo mês. Os bilhetes para os três espectáculos estão à venda nos locais habituais.

“Um disco
Um concerto
Como uma vida inteira
Como um dia
De sol a sol
Circular
Toda a vida, um día
5 movimentos
5 idades
5 cores

Um trabalho que nasce da saudade com vontade de unir saudades: daí a contraposição da a intimidade de uma voz e uma guitarra com um coro. O canto partilhado, a dissolução do eu, a salvação. Gosto de imaginar que aqui no coro são todos vocês. Cantemos.

Sílvia Pérez Cruz

A artista começou a trabalhar no álbum que dá nome ao espéctaculo, “Toda la vida, un día“, em Março de 2021 e gravou-o durante um ano em Barcelona, Pontós, Madrid, Jerez, Buenos Aires, Coatepec (México) e Havana.

Sílvia Pérez Cruz é, nas palavras de Jorge Drexler, “uma voz que marca uma geração”. Dona de uma voz electrificante, a cantora e compositora nascida na Catalunha cresceu rodeada de canções Espanholas e Latinas. Estudou música clássica e jazz, mas foi o flamengo, com o qual tem uma relação quase sobrenatural, que a encantou.

Além de seis álbuns de originais em nome próprio – 11 de novembre (2012), Granada (2014), Domus (2016), Vestida de Nit (2017), Farsa (género impossible) (2020) e Toda la vida, un día (2023), que a levaram a digressões mundiais e a ser convidada de Damien Rice na sua tour Europeia, Sílvia Pérez Cruz compõe também para filmes e espectáculos de dança. Os seus trabalhos já lhe valeram vários prémios.

É impossível definir Sílvia num único estilo – é versátil mas única, duas qualidades que raramente coexistem numa só pessoa, mas que a definem na perfeição. É fiel a cada género a que se dedica, sem nunca deixar de ser fiel a si própria.

Sílvia Pérez Cruz: voz, guitarra, saxofone, teclados, sintetizadores
Carlos Montfort: violinos, percussão, trompete, teclados, coros
Marta Roma: violoncelo, trompete, coros
Bori Albero: contrabaixo, teclados, coros

Deixa um comentário