CONCERTO DE RUI REININHO NO LUX FRÁGIL (LISBOA)

17 MARÇO 2022
[NOVA DATA]

APRESENTAÇÃO DO MAIS RECENTE DISCO A SOLO
“20.000 ÉGUAS SUBMARINAS”

AINDA EM JANEIRO, RUI REININHO LEVA “20.000 ÉGUAS SUBMARINAS” A OUTROS PALCOS:

22 JANEIRO 2022
AUDITÓRIO DE ESPINHO | ACADEMIA

29 JANEIRO 2022
TEATRO CINE TORRES VEDRAS

Em 2022, Rui Reininho continua a apresentar o seu mais recente disco a solo “20.000 Éguas Submarinas” ao vivo, um álbum que figurou em muitas das listas de melhores discos nacionais do ano de 2021.

Durante o mês de janeiro, Rui Reininho apresenta “20.000 Éguas Submarinas” em Espinho no dia 22 e em Torres Vedras no dia 29.

O concerto de apresentação do seu novo disco a solo no Lux Frágil em Lisboa, tem uma nova data e passa a realizar-se a 17 março de 2022 pelas 22H30.

Os bilhetes adquiridos para o concerto no Lux Frágil para as datas de 09 de dezembro 2021 ou 20 de janeiro de 2022 mantêm-se válidos para a nova data. Caso o público deseje a devolução dos bilhetes, o pedido de reembolso deve ser realizado através da Ticketline, entidade emissora dos mesmos.

Sobre “20.000 Éguas Submarinas”:

Depois de esgotar a Sala Suggia na Casa da Música no Porto a 27 de novembro num concerto muito especial com a Orquestra de Jazz de Matosinhos, Rui Reininho volta à estrada para apresentar o seu mais recente disco a solo “20.000 Éguas Submarinas”.

Rui Reininho tem tanto de próprio como de não comum, seja entre os vivos, como entre as lembranças dos mortos que nos marcaram. Depois do famigerado “Companhia das Índias” (2008), o músico assume um percurso mais experimental com “20.000 Éguas Submarinas”. Produzido por Paulo Borges, juntos congeminaram uma viagem que durante dois anos os levou pelos confins dos mares já dantes navegados, a passo, trote, galope, mariposa e voo, como escape de corais profundos, mas não tão fundos quanto o exercício de libertação já revelado.

“Ao vir à superfície, encontrei o Paulo Borges contido em anos de interpretações alheias e perguntei-lhe, como numa ilha solitária, o que queria criar; saiu-nos um arquipélago provavelmente um dos Açores que já nos sobrevoava com os sons marítimos, o fracasso das ondas nos rochedos e o marulhar crustáceo dos músculos dos “Animais Errantes”, que respeitamos”, por Rui Reininho.

Foto promocional de Tiago Lopes.

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