Com a aproximação do final do ano e em especial do Natal, tem sido várias as confirmações da Everything Is New relativamente a concertos em 2019, com especial foco no NOS Alive’19. Não temos estado distraídos, e por isso aqui vai o resumo das últimas confirmações reforçando o que diz o nosso título, um passe de 3 dias NOS Alive é presente obrigatório no sapatinho de todos nós.

The Cure

Sem sombra de dúvida, na lista das melhores bandas de indie rock, os The Cure editaram com grande sucesso 13 álbuns de estúdio de enorme influência, incluindo “Pornography”, “Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me”, “Disintegration”, “Wish” e “Bloodflowers”, tendo um álbum agendado para ser lançado em 2019. A banda arrecadou vários prémios e nomeações desde 1978, das mais prestigiantes distinções da indústria, tais como os Brit Awards, Grammy Awards, Ivor Novello Awards e os  MTV Awards.

A banda The Cure, formada em Sussex, Inglaterra, em 1978, já contou com 13 membros ao longo de 40 anos, hoje em dia cinco permanecem: Robert Smith (vocalista e guitarras), Simon Gallup (baixo), Jason Cooper (bateria), Roger O’Donnell (teclado) e Reeves Gabrels (guitarras).

Os The Cure vão tocar mais de duas horas de música, com um alinhamento desenhado pelo seu extenso catálogo de músicas, que inclui os sucessos internacionais como “Boys Don’t Cry”, “Close To Me”, “Just Like Heaven”, “Lovesong” e “Friday I’m In Love”. O concerto contará ainda com alguns dos temas preferidos dos fãs incondicionais, tais como “A Forest”, “Push”, “Pictures Of You”, “From The Edge Of The Deep Green Sea” e “The End Of The World”, assim como algumas surpresas. Um enorme espetáculo a não perder dia 11 de julho no NOS Alive’19.

Bon Iver

Os três discos editados, “For Emma, Forever Ago”, “Bon Iver, Bon Iver” e “22, A Million”, foram alvo de fortes elogios por parte da crítica especializada e dos fãs, com muitos dos temas a rodarem nas principais rádios mundiais, como é o caso de “Skinny Love”, “Holocene” ou “33 ‘God'”. Com apenas três trabalhos de estúdio, Bon Iver já arrecadou dois Grammy nas categorias “Best Alternative Music Album” e “Best New Artist”.

O terceiro álbum “22, A Million” representou um enorme marco, com uma clara mudança estilística, onde as guitarras acústicas são trocadas por teclados e sintetizadores, abandonando toda a essência folk. O disco foi alvo de elogios pela prestigiada publicação Pitchfork, que os colocou ao nível de Radiohead: “O primeiro album de Bon Iver em cinco anos toma um rumo inesperado em direção ao estranho e experimental. No entanto, por trás das falhas organizadas e das vozes processadas, existem canções profundas e sentidas sobre a incerteza”.

Existe uma magia em cada espectáculo de Bon Iver que todos os fãs irão presenciar dia 13 de julho no Passeio Marítimo de Algés.

The Smashing Pumpkins

Os The Smashing Pumpkins, banda lendária de rock alternativo, vão subir ao palco NOS dia 13 de julho, dia que encerra a 13.ª edição do NOS Alive. A banda traz ao Passeio Marítimo de Algés a celebração do novo álbum “Shiny and Oh So Bright, Vol. 1 / LP: No Past. No Future. No Sun”, que é o primeiro trabalho de estúdio do grupo em 18 anos, que reúne os membros fundadores Billy Corgan, James Iha, Jimmy Chamberlin e o guitarrista de longa data Jeff Schroeder.

O novo trabalho, gravado nos estúdios Shangri La com o lendário produtor Rick Rubin, foi elogiado pela Q Magazine com uma crítica de quatro estrelas, tendo inclusive o single “Silvery Sometimes (Ghosts)”, sido considerado como uma das melhores músicas da carreira dos The Smashing Pumpkins. Para uma banda que afirma “No Past. No Future”, “o presente assenta-lhes extremamente bem”, salienta a publicação.

Formados em 1988, os The Smashing Pumpkins lançaram o primeiro álbum “Gish” em 1991, tendo em 1993 chamado a atenção mundial como a edição do disco “Siamese Dream”, quatro vezes multiplatina. Já em 1995 lançam “Mellon Collie and the Infinite Sadness”, que atingiu a marca multiplatina por 10 vezes. Com mais de 30 milhões de álbuns vendidos até à data, detentores de vários prémios, entre eles Grammy, MTV VMA e American Music Award, continuam a ser uma das mais importantes bandas de rock alternativo de sempre, assim como uma das principais influências dos grupos nascidos nas últimas décadas.

Tash Sultana

Tash Sultana, traz até ao Passeio Marítimo de Algés o álbum de estreia “Flow State” lançado no passado dia 31 de agosto. A jovem, de apenas 23 anos, captou a atenção mundial desde que os seus vídeos caseiros tornaram-se virais. Em apenas um ano, gravava músicas através de uma GoPro e rapidamente viu a sua fama crescer, chegando aos palcos de grandes salas e festivais de todo o mundo.

Desde que o avô lhe ofereceu uma guitarra, com apenas três anos de idade, a artista autodidata desenvolveu em pouco tempo um estilo único. Tash Sultana dá um novo significado ao DIY ( Do It Yourself), além de cantar, escrever e produzir em nome próprio, domina mais de 15 instrumentos, como guitarra, baixo, piano, trompete, bateria e saxofone.

O EP “Notion” registou mais de 200 milhões de streamings, liderou tabelas do iTunes em vários países e alcançou vendas de ouro e de platina. O single “Jungle” chegou ao 3.º lugar do Triple J Hottest 100, a contagem das músicas mais populares do ano da rádio australiana Triple J. De referir que este tema é a música de destaque do jogo da FiFA 18, tendo ainda sido por quatro vezes nomeado para o prémio ARIA (Australian Recording Industry Association). A artista atua dia 12 de julho no NOS Alive’19.

Jorja Smith

Jorja oficializou a sua carreira em 2016 com “Blue Lights”, dando nas vistas com a sua voz incrível. O single foi nomeado nos MOBO Awards na categoria de “Best Song” e alcançou sucesso de imediato no Soundcloud e Spotify, atraindo milhares de ouvintes.

Jorja Smith é uma estrela por si só, mas a sua ascensão mundial elevou-se em 2017 com participação na compilação “More Life” de Drake. No início do ano contou com a participação de Stormzy no seu tema “Let Me Down” e sucessivamente juntou-se a Kendrick Lamar na música “I Am” da banda sonora do filme Black Panther. “On My Mind” ,”Teenage Fantasy” e “Beautiful Little Fools” são alguns dos já grandes sucessos de Jorja que representam temas de consciência social e o seu papel como forte defensora do poder feminino.

Vencedora de um Brit Awards “Choice Award”, Jorja Smith dará a conhecer ao público português a razão de ser considerada pela crítica, como a sucessora de Lauryn Hill. Junta-se ao cartaz da 13.ª edição do festival no dia 11 de julho no Palco Sagres.

Pip Blom

Os irmãos Pip e Tender Blom juntamente com Dareck Mercks e Gini Cameron compõem a banda holandesa que se estreia em Portugal na 13.ª edição do festival. O quarteto apresenta o novo EP “Paycheck”, que contém o mais recente single “Come Home” e ainda os outros temas conhecidos dos fãs, como “School” e “Babies Are A Lie”.

Pip, fundadora e vocalista da banda, começou a escrever, a gravar e a lançar as suas próprias músicas em 2016, com apenas 22 anos de idade e um estilo indie-pop, com elementos próprios bem vincados. Os seus temas começaram a ter milhares de visualizações e pedidos de atuações, razão que a levou a formar a banda, que hoje já faz parte de digressões de artistas como Franz Ferdinand, Surfer Blood e The Breeders.

Os espetáculos energéticos do quarteto de Amesterdão, impressionaram rapidamente os ouvidos da imprensa e da rádio. A prestigiada revista de música Stereogum enalteceu o single de estreia “Pussycat”, devido à ostentação das guitarras, e elogiou a intensidade focada nas vocais constante da vocalista, no tema “Come Home”. Já o canal de música Vice elogiou Pip como uma das guitarristas em ascensão de 2018 e a BBC 6 Music integrou na sua playlist os singles “I Think I’m In Love” e “Pussycat”.

Pip Blom trazem um espetáculo contagiante a não perder dia 12 de julho no Palco Sagres do NOS Alive’19.

Sharon Van Etten

A norte-americana, Sharon Van Etten, sobe ao Palco Sagres do NOS Alive’19 dia 11 de julho, e traz consigo o novo trabalho “Remind Me Tomorrow”, com lançamento marcado para 18 de janeiro de 2019, que conta com o já conhecido single “Comeback Kid”.

O novo álbum, “Remind Me Tomorrow”, foi escrito durante um período especial para a artista, ao longo da sua gravidez, enquanto estudava psicologia e fazia audições para a série televisiva da Netflix “The OA”. Na mesma altura em que Van Etten participava como convidada na série “The OA”, a atriz e compositora levou a sua música para os ecrãs, numa participação no regresso da série  “Twin Peaks”, de David Lynch, aos ecrãs. Ainda durante este tempo compôs para o filme “Strange Weather” de Katherine Dieckmann e para a série “Tig” de Tig Notaro.

A amplitude das suas paixões e projectos ao longo da sua carreira influenciaram profundamente este álbum. “Remind Me Tomorrow” chega quatro anos depois de “Are We There”, um dos 10 álbuns mais elogiados em 2014.  Neste novo disco, Sharon conta como a vida é vivida quando se adia o presente, com o seu timbre baixo e intimista, mas “Remind Me Tomorrow”,  é um disco ambicioso que provoca os impulsos mais sensíveis.

John Congleton, o produtor deste trabalho, ajudou a inverter a assinatura de Sharon Van Etten tornando o álbum mais energético, resultando em músicas mais ressonantes e eléctricas, com os temas a falarem de amor e a saudade.

Natural de Nova Jersey, Sharon Van Etten chega ao Passeio Marítimo de Algés dia 11 de julho para um dos concertos a não perder no Palco Sagres.

Thom Yorke

Juntamente com o seu produtor e colaborador de longa data Nigel Godrich e o artista visual Tarik Barri, o vocalista britânico vai subir ao Palco Sagres dia 13 de julho com um espectáculo que abrange os seus trabalhos a solo, The Eraser e Tomorrow’s Modern Boxes, assim como AMOK, do projeto Atom’s For Peace.

2019 é o ano em que os fãs portugueses vão finalmente poder desfrutar da evolução sonora na qual Thom Yorke tem trabalhado ao longo das últimas décadas. Numa fusão perfeita entre as batidas eletrónicas e a voz, esta viagem sonora promete ser um dos pontos altos do NOS Alive’19.

Esta combinação dos sons de Thom e Nigel, juntamente com os visuais deslumbrantes do artista audiovisual Tarik Barri têm gerado grande louvor mundo fora. Para delírio do site Uproxx “Clips do Youtube das atuações não fazem jus ao quão empolgante e envolvente tudo foi….o empenho de Yorke no seu material a solo parece ser o que ele mais desejava, permitindo-lhe deslumbrar o público com uma performance plenamente realizada, imersiva e de cortar a respiração,” e a julgar pelo o comentário da revista Variety “um dos vários pontos altos do espetáculo são os deslumbrantes visuais criados por Tarik Barri acompanhado pelos sons inebriantes de Yorke e Nigel Godrich.”

Ornatos Violeta

Atuação especial de regresso aos palcos de Ornatos Violeta, que vão brindar o público com a interpretação integral da sua obra seminal, “O Monstro Precisa de Amigos”. A banda sobe ao Palco NOS, dia 11 de julho, mesmo dia dos já anunciados The Cure.

Editado a 22 de novembro de 1999, “O Monstro Precisa de Amigos”, o segundo e último álbum de originais dos Ornatos Violeta, superou as expectativas criadas pelo disco de estreia, “Cão!”, e confirmou o talento de Manel Cruz (voz), Nuno Prata (baixo), Peixe (guitarra), Kinörm (bateria) e Elísio Donas (teclados) na composição de canções intemporais que, ano após ano, continuam a ser descobertas, recuperadas ou interpretadas  pelas gerações mais novas. É o caso de “Capitão Romance” — que conta com o convidado especial Gordon Gano, dos Violent Femmes, uma das maiores referências dos Ornatos Violeta, a cantar em português —, “Chaga”, “Dia Mau” ou “Ouvi Dizer” — com a participação especial e inolvidável de Vítor Espadinha —, verdadeiros tesouros do cancioneiro nacional.

Produzido por Mário Barreiros, “O Monstro Precisa de Amigos” foi o habitual “difícil segundo disco” que acabaria por se revelar o magnum opus da banda, quer a nível comercial, atingindo a marca de Platina quer, sobretudo, na receção pelos fãs e crítica especializada, com a BLITZ a considerá-lo o terceiro Melhor Álbum Português editado nos anos 90 e um dos 25 melhores álbuns nacionais editados entre 1960 e 2000.

Formados no Porto em 1991, os Ornatos Violeta estiveram em atividade perto de uma década, durante a qual conquistaram o estatuto de banda de culto, graças aos dois álbuns editados e às suas intensas prestações em concerto. Em 2002 anunciaram a separação, regressando em 2012 para a celebração dos 20 anos da sua formação, com oito concertos especiais. Em 2019 voltam, para comemorar mais um marco, porque, 20 anos depois, “O Monstro (ainda) Precisa de Amigos”.

The Chemical Brothers

The Chemical Brothers é outra das recentes confirmações para a 13.ª edição do NOS Alive. A banda do Reino Unido atua dia 13 de julho no Palco NOS, juntando-se aos já confirmados The Smashing Pumpkins e Bon Iver.

A dupla eletrónica de Tom Rowlands e Ed Simons trazem ao NOS Alive o novo álbum “No Geography” que será lançado na primavera de 2019. O nono longa-duração da banda inclui o último single “Free Yourself”, apresentado no mês passado ao público e que rapidamente conquistou elogios da imprensa especializada, como é o caso da Rolling Stone que salienta “a euphoric, multi-faceted odyssey of blistering synths and deep grooves”. O primeiro tema já revelado, conta com mais de um milhão de visualizações no YouTube, vídeo inovador dirigido pela equipa de criativos de longa data, Dom & Nic.

The Chemical Brothers já venderam mais de 12 milhões de álbuns, seis milhões de singles em todo o mundo e contam uma lista considerável de prémios, entre eles um Brit Award, quatro Grammy Awards conquistados e sete nomeações, a mais recente referente ao último disco, “Born In The Echoes”, editado em 2015. De referir que esta foi a primeira banda de eletrónica a receber um Grammy na categoria “Best Rock Instrumental Perfomance” com o álbum “Block Rockin Beats”, o primeiro longa-duração.

Conhecidos pelas atuações extasiantes, The Chemical Brothers prometem fechar com chave de ouro o Palco NOS dia 13 de julho.

Cut Copy

Dia 12 de julho, Cut Copy atuam no Passeio Marítimo de Algés, no mesmo dia dos já anunciados Vampire Weekend (Palco NOS), Tash Sultana, Pip Blom (Palco Sagres) e curadoria Bridgetown (Palco NOS Clubbing), que conta com Saint Jhn, Plutonio, Lé Vie, Dillaz, Trace Nova, Nubai Soundsystem e Carla Prata.

Os australianos trazem a terras lusas o quinto álbum “Haiku From Zero”, editado em 2107 e sucessor de “Free Your Mind” (2014). Para a banda este é indiscutivelmente o disco com maior diversificação sonora, com uma produção exímia e sem dúvida o mais oportuno da sua carreira. Este novo registo foi gravado em vários estúdios um pouco por todo o mundo e inclui singles como “Airborne”, produzido por Ben Allen (Deerhunter, Animal Collective), e “Standing in the Middle of the Field”.

Dan Whitford explica que “este álbum fala sobretudo sobre o padrão de informação atual, imagens que nos cercam no dia a dia. Seja via internet ou imprensa, ou apenas o mundo em geral. Somos bombardeados por um excesso de imagens e informações que parecem acumular-se à nossa volta. Às vezes parece uma sobrecarga, no entanto, há uma estranha beleza aleatória à sua volta. O título do álbum surge precisamente da ideia de espremer a poesia do caos – a ideia de encontrar algo poético na sobrecarga”.

Quando Cut Copy lançaram o álbum de estreia “Bright Like Neon Love” em 2004, a banda australiana entrou num cosmos musical que constantemente não sabia o que fazer com eles. Um casamento entre a estética electro-pop, com a sensibilidade de uma banda de indie rock, o grupo não era considerado nem peixe nem ave, o que os tornou tão especiais. Cinco álbuns mais tarde e 10 anos de uma carreira brilhante, os Cut Copy conseguiram de uma forma bastante inteligente desenvolver as suas sonoridades, enquanto as aperfeiçoavam. Os temas do novo álbum são alguns dos mais cativantes e astutos que já gravaram, ao mesmo tempo que são sonoramente uma aventura.

Segundo Dan é este tipo de equilíbrio que a banda sempre procurou, mesmo quando os próprios não tinham percebido “Tínhamos objetivos modestos ao início, o que penso que nos levou a ultrapassar o teto que pensávamos ser possível bastante cedo…e as coisas continuaram a acontecer. Desde aí tudo nos parece uma benção. Acredito que os nossos objetivos não mudaram radicalmente. Queremos continuar a gravar discos e a fazer coisas diferentes. Não nos queremos ficar a questionar ‘e se tivéssemos feito aquilo’. A vida é curta. O objetivo ainda é tentar fazer tudo.”

Idles

Os Idles, que no passado mês de novembro visitaram Lisboa pela primeira vez para apresentarem o álbum de estreia “Joy As An Act of Resistance”, com um concerto esgotado, absolutamente extraordinário, no LAV – Lisboa ao Vivo, vão subir ao Palco Sagres do NOS Alive, dia 13 de julho para mostrarem porque são hoje apontados como uma das melhores bandas punk rock do Reino Unido.

Com o novo álbum produzido pelo Space e misturado por Adam Greenspan e Nick Launay (Arcade Fire, Yeah Yeah Yeahs, Kate Bush), “Joy as an Act of Resistance”, aponta para tudo, desde a masculinidade tóxica, nacionalismo, imigração e desigualdade de classes – tudo isto enquanto mantém entranhada uma positividade contagiante. O vocalista Joe Talbot resume: “This album is an attempt to be vulnerable to our audience and to encourage vulnerability; a brave naked smile in this shitty new world. We have stripped back the songs and lyrics to our bare flesh to allow each other to breathe, to celebrate our differences, and act as an ode to communities and the individuals that forge them. Because without our community, we’d be nothing.”

O segundo registo de originais foi merecedor da melhor atenção por parte da crítica. A NME atribuiu cinco estrelas ao disco, referindo que é um “clássico instantâneo”, enquanto que o The Guardian avaliou com quatro estrelas e salientou que o álbum é composto por “11 canções de raiva focada, catártica e enraizada nas suas próprias experiências”, tendo ainda reforçado que os Idles são “a banda britânica mais necessária”.

Vampire Weekend

A banda de Nova Iorque vai subir ao Palco NOS, dia 12 de julho, para apresentar o novo tão aguardado longa-duração, que segundo a própria banda já se encontra finalizado e será revelado em breve aos fãs.

Uma das bandas de indie rock que mais rápido viu o sucesso mundial, é considerado por muitos um caso clássico de “amor ao primeiro disco”. Em 2008 romperam os tops das mais importantes rádios mundiais, com o álbum de estreia homónimo. Temas como “A-Punk”, “Cape Cod Kwassa Kwassa”, “Mansard Roof” e “Oxford Comma” ficaram nas bocas do mundo e garantiram à banda uma fortíssima legião de fãs.

Após o comprovado sucesso dos três primeiros discos da carreira do grupo, “Vampire Weekend” (2008), “Contra” (2010), e “Modern Vampires of the City” (2013), o trio nova iorquino deixou apetite para muito mais. Ezra Koenig em várias entrevistas já revelou alguns detalhes do próximo trabalho de estúdio e foram apresentados cinco temas no passado mês de agosto em Chicago, de uma forma peculiar, com o vocalista a colocar um telemóvel no microfone, terminando com a banda a tocar na integra um dos novos temas.

Certo é que a apresentação ao vivo do novo álbum em Portugal está já agendada para dia 12 de julho no NOS Alive’19. Conta-se ainda que a banda traga ao Passeio Marítimo de Algés os tão elogiados temas da discografia completa.

Vetusta Morla

Os Vetusta Morla são a mais recente confirmação do NOS Alive’19. A banda do milénio em Espanha regressa a Portugal para apresentar, dia 13 de Julho no Palco NOS, o mais recente disco “Mismo Sítio, Distinto Lugar”. Nomeado para três Grammy Latinos – Melhor Álbum de Música Alternativa, Melhor Canção “Consejos de Sabios” e Melhor Design – o quarto álbum dos Vetusta Morla é Disco de Ouro em Espanha e um estrondoso e incomparável sucesso ao vivo.

Oriundos de Tres Cantos, a norte de Madrid, os Vetusta Morla – Pucho (voz), David “el Indio” (bateria), Álvaro B. Baglietto (baixo), Jorge González (percussão), Guillermo Galván (guitarra e teclados) e Juanma Latorre (guitarra e teclados) – juntaram-se no final dos anos 90, mas só editaram o primeiro disco em 2008. “Un Día En El Mundo” – que saiu em edição de autor – foi Disco de Platina por vendas superiores a 40 mil exemplares, conquistando não só o público, mas também a crítica especializada.

Em 2011 lançaram “Mapas”, trabalho que veio confirmar o talento do sexteto. O Disco de Ouro, valeu-lhes o prémio da Rolling Stone para melhor digressão em 2012, ano em que deram mais de 100 concertos. Em 2014 saiu “La Deriva” que entrou diretamente para o primeiro lugar dos discos mais vendidos e contou com lotações esgotadas nas apresentações ao vivo em Espanha mas também no México, Argentina e Colômbia.

Vencedores de sete prémios da Música Independente em 2015 – melhor artista, álbum, canção “Fuego”, melhores ao vivo, melhor produção, fotografia e design –, os Vetusta Morla, foram ainda distinguidos com dois prémios pela revista Rolling Stone – “Melhor Disco do Ano” e “Grupo do Milénio”, um galardão comemorativo do 15.º aniversário da revista.

Em 2016, acumularam mais três distinções nos Prémios MIN da Música Independente: Melhor Artista, Melhor Banda ao Vivo e Melhor Videoclip (“Cuarteles de Invierno”). Mas foi com “La Deriva” que os Vetusta Morla se estrearam em Portugal, em 2015, esgotando a Casa da Música no Porto.

No final de 2018 saiu o quarto álbum de originais, “Mismo Sitio, Distinto Lugar. Em Portugal, foi editado em março de 2018 e apresentado ao vivo em maio no Hard Club, com lotação esgotada, e no Coliseu de Lisboa. Além de Portugal e de Espanha – onde se destaca o concerto que deram dia 23 de junho na Caja Magica, considerado o Melhor Concerto de 2018 no Prémio Ondas Nacional de Música -, os Vetusta Morla passaram pela América Latina (Argentina, Chile, Colômbia, México, Perú e Uruguai), regressando para uma digressão na Europa (Suíça, Áustria, Holanda, Bruxelas e Alemanha). O ano dos Vetusta Morla termina com mais uma sala esgotada, em Madrid, no WiZink Center, a 30 de dezembro, onde a banda vai celebrar o 10.º aniversário do álbum de estreia “Un Dia en El Mundo” e o 20.º aniversário do primeiro concerto.

Artistas confirmados: Bon Iver, Cut Copy, Curadoria Bridgetown (Carla Prata, Dillaz, DJ Dadda, Nubai Soundsystem, Plutonio, Saint Jhn, Trace Nova e Lé Vie), Idles, Jorja Smith, Ornatos Violeta, Pip Blom, Robyn, The Chemical Brothers, The Cure, The Smashing Pumpkins, Sharon Van Etten, Vetusta Morla, Tash Sultana, Thom Yorke e Vampire Weekend.

Mais informação em http://www.nosalive.com .

Promotor – Everything Is New

Deixa um comentário